Rompido com o irmão, Thiago Gagliasso, por motivos políticos, Bruno Gagliasso se manifestou a respeito da desavença que se arrasta desde 2018. Mais recentemente, o deputado estadual alfinetou o ator depois da reclamação de Bruno por ter encontrado um restaurante do Mc Donald's fechado 10 minutos antes do horário previsto.
Para Bruno, é "muito difícil" fazer as pazes com Thiago diante de pensamentos tão opostos. "E está tudo certo, as pessoas se afastam", minimizou o marido de Giovanna Ewbank. Não faz muito tempo que o parlamentar zombou do irmão em outra briga pública disse que era para ele "virar homem".
Apesar do rompimento e da falta de expectativa de erguer a bandeira de paz, o pai de Titi, Bless e Zyan lembrou a relação antes saudável que tinha com Thiago. "As memórias afetivas que tenho do meu irmão, de criança, da adolescência, são de amor e são as mais lindas possíveis. E são elas que quero preservar e guardar, principalmente em ano eleitoral", garante Bruno a respeito de Thiago, ex-participante de uma das edições de "A Fazenda" à colunista Monica Bergamo, do jornal
"Folha de S.Paulo".
Intérprete de um médico especializado no combate ao câncer no filme "Por Um Fio", o apoiador de Lula questionou: "Se eu posso preservar (o que a gente tinha antes), por que vou me alimentar de um sentimento que não seja o de amor?". "Por isso que você nunca vai me ver falando alguma coisa (ruim) dele", prosseguiu a respeito de Thiago, eleitor de Jair Bolsonaro nas eleições de 2018 e 2022. e alvo de acusação de racismo de Ludmilla em 2023.
E Bruno reforça que sente tristeza pelo afastamento. "Não fujo, não mascaro a realidade. É óbvio que é (triste), mas é um fato. Não posso fingir que não existe", acrescenta ele, revelado na fase final da primeira versão da novela "Chiquititas" e que já foi recebido por Lula no Palácio do Planalto ao lançar filme. "Tenho uma irmã também, e as pessoas não sabem. Somos irmãos por parte de pai, não fomos criados juntos, mas nos damos muito bem", acrescentou sobre Paula.
Em outro momento, revelou ter amigos de pensamentos ligados à direita e que com esse grupo mantém uma relação saudável. "Não dá para confundir. A gente está falando de pessoas que bebem detergente, que não querem tomar vacina", disparou o ator visto nos filmes "Marighella" e "Honestino", que levanta o assassinato de líder estudantil na época do Regime Militar.
Para Bruno, foi um "grande alívio" por "estar do lado certo da história". Por isso, relata episódio quando fora abordado em pré-estreia por uma senhora que relatou prisão e tortura. "Não posso me permitir estar cansado perto de pessoas que passaram por situações muito piores do que a minha", concluiu ao afirmar que seguirá se posicionando politiciamente.